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LUIZA LOBO

Carioca, Luiza Lobo começou a publicar ficção em 1968, com o conto “De como me transformei em repasto de morcegos malvados”, que saiu na Antologia de contistas novos, organizada pelo escritor Moacir C. Lopes. Em 1970, publicou sua primeira resenha literária, “Virginia Woolf – as mulheres e o romance”, no Suplemento “Arte e Crítica”, do Globo.

Desde então publicou cerca de 200 resenhas em jornais, como O Globo e Jornal do Brasil e revistas do Brasil e do exterior e mais de 200 ensaios de crítica literária, em diversos países. Entre suas mais de 30 traduções, contam-se Virginia Woolf, Katherine Mansfield (agora na Nova Fronteira), Edgar Allan Poe e Robert Burns (a única tradução em português, pela Dumará). Fez conferências e participou em centenas de congressos no Brasil e no exterior. Publicou 22 livros, sendo oito de ficção.

Em 2011 saiu publicado seu romance Terras proibidas: a saga do café no vale do Paraíba do Sul, que mereceu o prêmio do Pen Clube do Brasil de narrativa nacional, em 16 de dezembro de 2013. Ele acaba de sair em segunda edição revista, pela editora Batel, com o título: Terras proibidas: o Vale do Café (veja). Seu tema é a imigração para a região do ouro, no século XVIII, a história das grandes famílias, que depois se fixaram na região de Vassouras, a vida de seus fazendeiros, barões e escravizados.

A continuação dessa saga de imigração e colonização acaba de sair pela editora 7Letras, com o título Fábrica de mentiras: do Vale do Café ao Arco do Triunfo (veja). Acompanha a vida na região de Vassouras, e enfatiza as gerações seguintes à dos pioneiros, com especial ênfase na figura da milionária Eufrásia Teixeira Leite, que emigrou para a Europa em companhia de sua irmã Chiquinha.

Em dezembro de 2021 também publicou o livro juvenil Nunca brinquei de boneca: diário de Eliza (veja), disponível digitalmente na Amazon e na editora Batel.

As segundas edições de seus livros de contos estão disponíveis na Amazon Books, inclusive as suas traduções para o inglês, o espanhol e o italiano.

Em 2020 publicou na Amazon sua coletânea de ensaios digital Cânone e renovação na literatura, semelhante a Crítica sem juízo, com prefácio de Luiz Costa Lima, que inclui ensaios sobre feminismo, literatura afro-brasileira e humor na literatura.

Foi professora de graduação e pós-graduação de Literatura Comparada e Teoria Literária na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro, pela qual foi pesquisadora 1 do CNPq (Conselho Nacional de Pesquisas), e de Teoria Literária na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Ensinou em outras universidades do Rio de Janeiro e em colégios do ensino médio (Inglês). Graduou-se em Didática Inglesa e em Filosofia (UFRJ), tem Doutorado na PUC e dois pós-doutorados, na Universidade de Nova York e na FU-Berlin.

Lecionou no exterior (Aarhus, Fu-Berlin, Nantes, Salzburg), foi conferencista (Oxford, Sorbonne, Yale, Princeton, UCLA, l’Orientale e dezenas de outras), e foi professora titular na universidade de Poitiers (2010). Foi eleita cidadã da cidade de Guimarães (2018) e do Estado do Maranhão (2019), por seus estudos sobre a literatura nesse Estado, principalmente sobre Maria Firmina dos Reis e Joaquim de Sousa Andrade, inclusive a primeira edição atualizada com notas e prefácio de O Guesa (São Luís, Academia Maranhense de Letras/ Ponteio, 2012, 572 p.).

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Currículo completo – Lattes: http://lattes.cnpq.br/7787315052900514

Site: litcult.net

E-mail: litcultnet@gmail.com

 

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