Revista Mulheres e Literatura – vol. 5 – 2001



Mulher e Literatura no Século das Luzes ou Reflexões sobre Historiografia Literária






Ceila Ferreira Brandão
Doutoranda/FFLCH – USP

Canto porque já não posso ver as sombras e só me disponho para as luzes.

Teresa Margarida da Silva e Orta, Aventuras de Diófanes
Para pesquisarmos a literatura luso-brasileira do século XVIII, devemos consultar as histórias de literatura brasileira e portuguesa produzidas ao longo dos tempos, mas temos, também, que ler os textos escritos no período colonial e possuir idéia mais clara sobre a circulação e entrada de livros no Brasil e em Portugal, no Setecentos.

Dentro dessa perspectiva, estamos desenvolvendo nossa Tese de Doutorado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, com o subsídio da FAPESP.

“Sob as luzes e as sombras do Iluminismo: a obra de Teresa Margarida da Silva e Orta” (São Paulo, 1711 ou 1712 – Belas, Portugal, 1793) é o título do nosso projeto de Tese, uma edição crítica dos textos literários da autora de Aventuras de Diófanes.

Nesta comunicação vamos apresentar duas questões que afloram do texto produzido por Teresa Margarida: a presença de imagens, palavras e temas caros à Ilustração e a representação da mulher nas páginas tecidas pelas mãos de uma escritora no século XVIII.

Nesse sentido, vamos apresentar algumas informações e reflexões sobre o Século das Luzes, mais especificamente, sobre a Ilustração e a obra de Teresa Margarida da Silva e Orta, escritora que nasce em São Paulo, Brasil, na segunda década do Setecentos e vive a maior parte de sua vida em Portugal.

Segundo Antonio Candido, no primeiro volume de Formação da literatura brasileira, quando pensamos em literatura comum (brasileira e portuguesa) e falamos de Ilustração, devemos ter em mente:

[…] o conjunto das tendências ideológicas próprias do século XVIII, de fonte inglesa e francesa na maior parte: exaltação da natureza, divulgação apaixonada do saber, crença na melhoria da sociedade por seu intermédio, confiança na ação governamental para promover a civilização e bem estar coletivo. Sob o aspecto filosófico, fundem-se nela racionalismo e empirismo; nas letras, pendor didático e ético, visando empenhá-las na propagação das Luzes”. 1
Ainda conforme Antonio Candido:

O momento decisivo em que as manifestações literárias vão adquirir, no Brasil, características orgânicas de um sistema, é marcado por três correntes principais de gosto e pensamento: o Neoclassicismo, a Ilustração, o Arcaismo. 2
O ano de 1750 é estabelecido pelo autor de Formação da literatura brasileira como o início desse momento decisivo.

Para Antonio Candido, 1750 é uma data “puramente convencional”, mas, o eminente professor esclarece que, ao adotá-la, leva em conta a Academia dos Seletos (1752), a dos Renascidos (1759) e os primeiros trabalhos de Cláudio Manuel da Costa (1750).3

1750 é também o ano em que Teresa Margarida da Silva e Orta apresenta à Censura do Santo Ofício, do Ordinário e do Paço as Máximas de virtude e formosura com que Diófanes, Climinéia e Hemirena, príncipes de Tebas, venceram os mais apertados lances da desgraça, que mais tarde recebem o título de Aventuras de Diófanes.

Na Formação da literatura brasileira, livro essencial para o estudo e compreensão da nossa literatura, Antonio Candido não escreve uma palavra sequer sobre Teresa Margarida da Silva e Orta. Contudo, tal escritora tem participação ativa na difusão de idéias iluministas em Portugal e também no Brasil, pois seu livro, hoje mais conhecido pelo título de Aventuras de Diófanes, é um dos mais encontrados nas livrarias do Brasil Colônia. Tal informação colhemos em o Perfil do leitor colonial, Tese de Doutorado defendida por Jorge de Araújo, na Faculdade de Letras da UFRJ.4

Sobre o romance de Teresa Margarida existe uma Dissertação de Doutoramento intitulada, Crítica e confluência em Aventuras de Diófanes, defendida pela Professora Maria de Santa Cruz, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa que, ao final de seu trabalho, apresenta uma lista “das principais obras, publicadas no século XVIII, de autores ultramarinos (brasílicos…) contemporâneos de Teresa Margarida” com o objetivo de:

“[…] demonstrar como Aventuras de Diófanes se insere no conjunto, inaugurando a segunda metade do século XVIII brasílico, diferenciando-se e inovando, contrastando não só pelo gênero como pela ousadia das suas reflexões político-filosóficas, para não aludir à audácia de introduzir neste todo um nome feminino […]”.5
Sobre Aventuras de Diófanes, escreve Rubens Borba de Moraes em Bibliografia brasileira do período colonial, que as obras produzidas por Teresa Margarida e seu irmão Mathias Aires, autor das Reflexões sobre a vaidade dos homens, são de difícil classificação e por tal motivo esquecidas tanto pela historiografia literária brasileira, quanto pela portuguesa. Aliás, por falar em Rubens Borba de Moraes, cabe aos estudiosos de literatura brasileira reconhecer a importância de sua obra injustamente esquecida.

Voltando a Teresa Margarida da Silva e Orta, é necessário tecermos algumas observações sobre a entrada de idéias iluministas em Portugal para compreendermos o contexto histórico em que é produzida a obra daquela que encobre seu nome com o pseudônimo Dorotéia Engrássia Tavareda Dalmira.

A Ilustração começa a invadir Portugal no reinado de D. João V, conhecido pelo título de o Magnânimo. No reinado do Rei Sol português, dá-se a entrada dessas idéias num Portugal ainda preso à Inquisição, através da atividade de pessoas que a historiografia portuguesa chama de estrangeirados. Nesse sentido, Estrangeirados são os divulgadores da Ilustração no reino português.

Após a Restauração (1640), Portugal procura restabelecer relações diplomáticas com outros países da Europa, e por esse motivo envia homens às embaixadas de Paris, Haia, Londres Roma etc. Dentre aqueles que prestam serviços ao reino português nas embaixadas estrangeiras estão Alexandre de Gusmão, escrivão da puridade de D. João V e Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal.

Alguns portugueses e brasílicos aproveitam a oportunidade para realizar seus estudos no exterior. Esse é o caso de Mathias Aires, irmão da autora de Aventuras de Diófanes, que completa sua formação acadêmica em Paris.

Alexandre de Gusmão, Sebastião de Carvalho e Melo e Mathias Aires são estrangeirados. Estrangeirada é a própria Teresa Margarida. Em Aventuras de Diófanes, escreve:

Também é certo, que para pintar Majestades me faltam os pincéis de Apeles, e não tenho a pena de Homero; mas como sou estrangeira, tenho visto bastante para poder contemplar soberanas propriedades […].6
Tal passagem é uma provável referência a sua condição de divulgadora das novas idéias vindas de França e/ou ao fato de ter nascido no Brasil . A propósito, nas Cartas persas, de Montesquieu, dois personagens estrangeiros, viajantes persas, descrevem a França.

Em Aventuras de Diófanes, a narradora/autora, uma estrangeira, e porque estrangeira, pode olhar com isenção os acontecimentos, transporta a luta travada, no reinado de D. João V, entre a superstição e as luzes para o palco do teatro de seu livro.

Em Aventuras de Diófanes, há a influência de Fénelon (François de Salignac de La Mothe, 1651-1715), um dos precursores da Ilustração. Tal influência já aparece estampada na Gazeta de Lisboa de 17 de agosto de 1752, ano em que é publicada a primeira edição do romance de Teresa Margarida, com o título de Máximas de virtude e formosura.

Diz a Gazeta de Lisboa:

Também saiu à luz o livro intitulado Máximas de virtude e formosura, obra discreta, erudita, política e moral, em que a sua Autora, se não estrangeira ao menos peregrina, no discurso, e na elegância, imita, ou excede ao Sapientíssimo Fénelon na sua viagem de Telémaco fazendo-se digna das mais atenciosas venerações. Vende-se na loja de Francisco da Silva de fronte de S. Antônio. 7
De Fénelon, Teresa Margarida conserva a oposição ao regime absolutista, mas a aceitação do regime monárquico. Conserva também a preocupação didática e pedagógica, porém, a autora de Aventuras de Diófanes apresenta maior preocupação com a educação das mulheres, que considera possuírem os mesmos direitos que os homens quanto à aquisição de conhecimentos.

Sobre a educação das representantes do sexo feminino, escreve Teresa Margarida:

A estas demonstrações gratulatórias assistiam de manhã os Soberanos, e de tarde a Academia das ciências, que em Palácio se fazia, onde eram admitidos homens e mulheres a darem conta do progresso de seus estudos […]. 8
Assim como Fénelon que constrói, em Aventuras de Telémaco, Salento, uma cidade utópica, uma cidade ideal, Teresa Margarida constrói em Aventuras de Diófanes uma ilha onde não há injustiças, não há escravidão e onde os súditos são governados por um rei nascido nas terras que governa. Uma referência ao Brasil? Talvez. Segundo a Professora Maria da Cruz em Crítica e confluência em Aventuras de Diófanes, sim, é uma referência ao Brasil.

Do Iluminismo, Aventuras de Diófanes aproveita os temas. Ciência, felicidade, natureza e virtude estão presentes nas páginas escritas por Teresa Margarida. Sobre a razão e as luzes (metáfora da razão) estamos escrevendo um ensaio e por tal motivo não vamos desenvolver esse tópico no trabalho que hoje apresentamos.

No século XVIII, a experiência científica tem grande impulso. Os cientistas da época buscam desvendar as leis da natureza. Acreditam mesmo que podem descobrir e explicar as leis que regem a natureza e trabalham com categorias como simplicidade, ordem, regularidade. Tais cientistas dão passos decisivos em direção ao que, séculos mais tarde, será chamado de “desencantamento do mundo” por Adorno e Horkheimer, na Dialética do esclarecimento.

Há, em Aventuras de Diófanes várias referências às ciências. Vejamos algumas:

[…] procuro infundir no ânimo daqueles, por quem devo responder, o amor da honra, o horror da culpa, a inclinação às ciências […]. 9
[…] as ciências são o prêmio de si mesmas, como bens, que o tempo respeita […].10
Bereniza, princesa de Atenas, personagem de Aventuras de Diófanes, possui conhecimentos de Astronomia e a protagonista do romance tem o nome de uma estrela: Hemirena. Também os conhecimentos práticos da Astronomia são valorizados:

Antes que deixasse aquele amável sossego, chamei os rústicos, com quem vivia contente: despedi-me dos filhos, que comigo principiavam a observar os movimentos dos Planetas desse luzido Firmamento, de outras, que com mais adiantado conhecimento já iam colhendo os doces frutos de suas aplicações […]. 11
A felicidade é um tema presente na maior parte dos Iluministas. Conforme Jean Touchard, uma das formas de felicidade propostas pelos filósofos é a “felicidade na virtude, na medida e na razão”.12 Em Aventuras de Diófanes, o tema da felicidade está presente nesta acepção. No último capítulo do romance de Teresa Margarida, Diófanes, Climinéia, Hemirena e Arnesto, após experimentarem os sofrimentos decorrentes da escravidão, da perseguição política e do exílio forçado por inúmeros contratempos, alcançam a felicidade duradoura pelo exercício constante da virtude:

[…] se repetiram festivas demonstrações, e muitos vivas àqueles Soberanos, até que entre o estrondo das salvas, e as sonoras vozes dos clarins, perderam de vista a Delos, levando a notícia do gosto, e paz, com que ficavam gozando o verdadeiro afeto dos súditos, e os descansos, para que haviam concorrido as fadigas, conhecendo todos, que sempre é vencedora a verdade, e que a formosura triunfa, quando é constante a virtude.13
Outro tema caro aos iluministas é o elogio à natureza, a busca do natural e do simples. Em Teresa Margarida, como na literatura neoclássica e no arcadismo, a natureza vira refúgio, locus amenus.

Segundo a Professora Doutora Nelly Novaes Coelho em artigo publicado na Revista da biblioteca Mário de Andrade, assistimos, em Aventuras de Diófanes, ao elogio:

[…] à vida natural, simples, rústica e austera, voltada à agricultura e longe dos artifícios da civilização. Antecipando Rousseau, nesta “volta à natureza”, Teresa Margarida vai mais longe do que Fénelon, pois não só acredita que a cidade “infecciona” os homens, como atribui virtudes mais ou menos milagrosas à vida do campo..[…].14
Vejamos esta passagem de Aventuras de Diófanes, em que a natureza aparece como refúgio:

Em uma fresca tarde já cansado se recolhia em o oco de uma árvore, quando ouviu uma voz suave, que docemente cantava; e saindo a buscar a causa de tão suave canto, ouviu o brando sussurro de um rio, que vagaroso se espalhava pela relva […].15
Quando à virtude, antes de falarmos sobre esse tema, gostaríamos de achar atenção para duas questões fundamentais do Século das Luzes: a transformação do vocabulário e o retorno à Antigüidade Clássica.

No Século das Luzes ocorre, segundo Jean Touchard, uma verdadeira revolução no vocabulário político. Ainda conforme Touchard, é aí que a palavra povo deixa de ter apenas o significado pejorativo de populaça para adquirir o sentido de “a parte mais numerosa e necessária da nação”.16

As palavras ciência, felicidade, razão, luzes, verdade, virtude adquirem conotações especiais e a literatura é fertilizada com novos sentidos.

No século em que o ser humano acredita na possibilidade de construção da felicidade, assistimos ao retorno à Antigüidade Clássica. Tal retorno marca também a mudança no vocabulário.

A palavra virtude, por exemplo, perde o elemento religioso e torna-se laica. Em Aventuras de Diófanes, adquire, entre outros significados, o sentido etimológico da palavra latina uirtus: força (própria do uir), vigor.17

Aliás, em Aventura de Diófanes, a alternância ou mesmo a duplicidade de sentidos das palavras marca a representação da figura feminina. Não é sem motivo que o romance recebe, na primeira edição, o título de Máximas de virtude e formosura. Virtude e formosura correspondem aos pólos masculino e feminino, sintetizados na personagem Hemirena. Explico: Hemirena, a protagonista do romance, para “vencer os assaltos de sua cruel fortuna”, veste-se de homem e passa a chamar-se Belino. Hemirena é Hemirena/Belino, aquela que tem virtude e formosura.

A mesma Hemirena, que salva a mãe e o noivo de um naufrágio, é submetida pela ideologia que procura domesticar o corpo das mulheres.

Conforme Norma Telles, no capítulo Escritoras, escritas e escrituras da História das mulheres no Brasil:

O discurso sobre a “natureza feminina”, que se formulou a partir do século XVIII e se impôs à sociedade burguesa em ascensão, definiu a mulher, quando maternal e delicada, como força do bem, mas, quando “usurpadora” de atividades que não lhe eram culturalmente atribuídas, como potência do mal.18
Em Hemirena podemos ver a formação desse discurso sobre a natureza feminina, mas também a sua negação. Ao mesmo tempo que Hemirena é a encarnação desse discurso, ela é sua antítese. Feminino e masculino se complementam na figura da protagonista Hemirena/Belino. O feminino, nas Aventuras, pode ser fonte de formosura, mas também, é fonte de virtude. Homens e mulheres têm, segundo a narradora, “igualdade de almas”.19 Assistimos, nas Aventuras, à oscilação entre o discurso sobre a “natureza feminina” domesticada pela sociedade patriarcal e a mulher forte, bela, inteligente, em igualdade de alma com os homens. Dessa oscilação, um verdadeiro duelo, vai predominar, na literatura ocidental, o discurso sobre “a natureza feminina”, formulado pela sociedade burguesa e patriarcal e as diáfanas heroínas românticas passam a povoar os livros e o imaginário do público leitor. Desde então, estava decretada a morte de heroínas transgressoras, como a Lucíola de José de Alencar.

Como podemos ver, Teresa Margarida participa da discussão sobre as mulheres no Século das Luzes.

Conforme Norma Telles, no capítulo supracitado, a mulher, no século XVIII, é aceita como musa ou criatura, nunca como criadora. 20 Daí, os contundentes pedidos de desculpas de Teresa Margarida/Dorotéia Engrássia por haver escrito um livro:

Leitor prudente, bem sei que dirás ser o melhor método não dar satisfações; mas tenho razão particular, que me obriga a dizer-te que não culpes a confiança de que me revisto, para satisfazer ao ardente desejo, com que procuro infundir nos ânimos daqueles, por quem devo responder, o amor da honra, o horror da culpa, a inclinação às ciências, o perdoar a inimigos, a compaixão da pobreza, e a constância nos trabalhos, porque foi este o fim, que me obrigou a desprezar as vozes, com que o receio me advertia a própria incapacidade […].21
Mas, apesar do medo, Teresa Margarida ousa filiar um romance à palavra escrita de uma mulher (Dorotéia Engrássia), que escreve para um público leitor composto de: mulheres e homens.

Nas Aventuras, Hemirena finge ser Belino para poder reencontrar os pais e o caminho de volta para o seu reino. Porém, a narradora do romance não deixa de informar aos leitores que Belino é uma mulher: Hemirena, aquela que atravessa mares, enfrenta tempestades e não perde a ternura jamais.

 

Notas:
(para voltar ao texto, clique nos números vinculados; veja também a referência bibliográfica)

1 CANDIDO, Antonio (1981) p. 43-44.

2 CANDIDO, Antonio (1981) p.43.

3 CANDIDO, Antonio (1981) p. 25

4 Esse primoroso trabalho de Jorge de Araújo encontra-se no Banco de Teses da Faculdade de Letras da UFRJ.

5 CRUZ, Maria de Santa (1990) p. 653.

6 ORTA, Teresa Margarida da Silva e (1993) p. 56.

7 ORTA, Teresa Margarida da Silva e (1993) p. 200.

8 ORTA, Teresa Margarida da Silva e (1993) p. 184.

9 ORTA, Teresa Margarida da Silva e (1993) p. 56.

10 ORTA, Teresa Margarida da Silva e (1993) p. 114.

11 ORTA, Teresa Margarida da Silva e (1993) p. 78.

12 TOUCHARD, Jean ( 1970) p. 50-51.

13 ORTA, Teresa Margarida da Silva e (1993) p. 195.

14 COELHO, Nelly Novaes (1995) p.31.

15 èXT€èXT€ Ter ߀Margarida da Silva e (1993) p. 76.

16 TOUCHARD, Jean (1970) p. 47.

17 FARIA, Ernesto (1994) verbetes uirtus e vir.

18 TELLES, Norma (1997) p. 403.

19 ORTA, Teresa Margarida da Silva e (1993) p.11.

20 TELLES, Norma (1997) p. 403.

21 ORTA, Teresa Margarida da Silva e (1993) p. 56.

 

Referências Bibliográficas:
ARAÚJO, Jorge. Perfil do leitor colonial. Rio de Janeiro, Faculdade de Letras da UFRJ, 1988, Tese de Doutorado.

CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira. 6. Ed. Belo Horizonte, Itatiaia, 1981, v.1.

COELHO, Nelly Novaes. A imagem da mulher no século XVIII: Aventuras de Diófanes de Teresa Margarida. In: Revista da Biblioteca Mário de Andrade. São Paulo, 1995, p. 31.

CRUZ, Maria de Santa. Crítica e confluência em Aventuras de Diófanes. Lisboa,

Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 1990. Dissertação de Doutoramento.

FARIA, Ernesto. Dicionário escolar latino-português. 7. ed, Brasília, FAE, 1994.

MORAES, Rubens Borba de. Livros e bibliotecas no Brasil colonial. Rio de Janeiro; São Paulo, Livros Técnicos e Científicos; Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo.

ORTA, Teresa Margarida da Silva e. Obra reunida. Rio de Janeiro, Graphia, 1993.

TELLES, Norma. Escritoras, escritas, escrituras. In: DEL PRIORE, Mary (org.) História das mulheres no Brasil. São Paulo, Contexto, 1997.

TOUCHARD, Jean (dir.) História das idéias políticas. Lisboa, Europa-América, 1970, v. 4.

 



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