ESCRITORES



IRACEMA, o mel-LIPS





Autor: José de Alencar
Título: Iracema, Iracema, os lábios de mel-
Idiomas: eng
tradutor: Isabel Burton (eng)
Dados: 28/12/2004

IRACEMA, o mel-LIPS

CAPÍTULO 1

José de Alencar

Selvagens verdes mares da minha terra natal, onde canta a Jandaia-pássaro nas folhas das palmeiras! Carnaúba-
mares verdes que brilham como líquida esmeralda aos raios do sol oriente, como vós esticar ao longo das praias de neve sombreados pelo cacau árvore!
Aquietai-vos, ó mares verdes! e alisar suavemente a onda impetuosa, que barca venturesome pode deslizar suavemente sobre teus águas.
Onde diz que Hardy Jangada-jangada, que voa rapidamente do litoral cearense, com seu amplo vela se espalhar para a brisa fresca de terra?
Onde vai, ? como o halcy branco em busca de sua rocha nativa na solidão do oceano
Três seres assopra sobre essa prancha frágil, que Scuds tão rapidamente para fora -. longe em mar aberto
Um guerreiro da juventude, cuja pele pálida prenuncia que o sangue dos índios não colorir suas veias;. uma criança, e um mastiff, que tanto vi pela primeira vez a luz no berço das florestas, e que esporte como irmãos, filhos da mesma terra selvagem
As respirações intermitentes do bafo praia um eco que, levantando-se acima da ondulação das ondas, soa por diante –
“Iracema” ***
O jovem guerreiro, aprender contra o mastro, levanta os olhos, que são fixados sobre o contorno fugaz da costa sombria. De tempos em tempos a visão torna-se fraca, e uma lágrima cai sobre o Girão-banco onde brincam os dois inocentes, os companheiros do seu infortúnio.
Nesses momentos sua alma voa para os lábios em um sorriso amargo.
que deixaram ele naquela terra ? do exílio
Um conto que me disseram nas belas planícies que vi o meu nascimento, durante o silêncio da noite, enquanto a lua, navegando pelos céus, prateado nas pradarias, enquanto a brisa murmurou em meio às palmeiras.
Os refresca vento.
O surf rola em ondas mais altas. A barca salta sobre as ondas – desaparece no horizonte. Plano bocejos o desperdício de água. As ninhadas tempestade, condor-like, com asas escuras sobre o abismo.
Deus te guarde segura, barca forte, no meio das ondas de ebulição! Deus te dirigir a alguma reentrância amigável! Que a brisa suave lufada de ti e para ti pode mares calmos jasper ser como planícies de leite!
Mas enquanto tu sailest assim à mercê dos ventos, barque graciosa, waft volta à praia de areia branca que alguns do anseio que te acompanha, mas que não pode deixar a terra em que ele retorna.

NOTAS

Jandaia é um pequeno amarelo, vermelho, verde e falando parroquet.
Carnaúba, uma palmeira brasileira conhecida de grande porte, com muitos galhos espinhosos todo o caminho até o tronco, em vez de ser simples e suave. Cada ramo da ponta é como um fã-palm. Quando o novo, ele tem uma grande fruta, cheia de óleo, que é dado a porcos e bovinos. Quando cresceu, seus fãs de folhas secas, thateh as casas e fazer chapéus e tapetes; seus ramos espinhosos são usados ??para apostas, mas também tem um delicioso pequena fruta preta, e de outras partes extraem cera para fazer as velas Carnaúba .
. Jangada, uma jangada
Girão, uma espécie de rudes banco para sentar-se em cima da jangada Jangada.
Saudade, na saudade originais – uma palavra em Português intraduzível para o qual não temos equivalente, o que significa um triste lamento suave para alguma pessoa, lugar ou tempo feliz e perdeu passado – na verdade, o desiderium Latina.

__________________

Fonte: ALENCAR, José de. Iracema, o mel-lábios. Traduzido com permissão do autor por Isabel Burton. Londres, Bickers & Son, 1886. p. 1, 2.

IRACEMA

1

José de Alencar

Verdes Mares Bravios de minha terra natal, Onde canta a jandaia NAS frondes da carnaúba;
Verdes Mares, Que brilhais Como LIQUIDA esmeralda Aos Raios do Sol nascente, perlongando tão alvas Praias ensombradas de coqueiros;
Serenai, Verdes Mares, e alisai docemente a vaga impetuosa , parágrafo QUE O Barco aventureiro manso resvale à flor das Águas.
Onde Vai a afouta jangada, Que Deixa Rápida a costa cearense, Aberta Ao ar livre Terral de e grandioso Vela?
ONDE VAI COMO Branca Alcione Buscando Ø Rochedo pátrio da nas solidões do Oceano?
Entes Três respiram sobre o Frágil lenho Que Vai singrando veloce, mar los fóruns.
Um Jovem guerreiro cuja tez branca Localidade: Não cora o Sangue americano; UMA Criança e hum rafeiro Que viram a luz não Berço das Florestas, e brincam Irmãos, Filhos Ambos da MESMA terra Selvagem .
Uma lufada intermitente Traz da praia hum eco vibrante, Que ressoa Entre o Marulho das vagas:
! – Iracema
O moço guerreiro, encostado AO mastro, lev OS Olhos Presos na sombra fugitiva da terra; uma Espaços O Olhar empanado POR tênue lágrima cai sobre o jirau, Onde folgam como Duas inocentes Criaturas, companheiras de Seu infortunio.
Nesse Momento o labio arranca d’alma hum agro sorriso.
Que deixara elemento na Terra do exílio?
Uma História Que me contaram NAS lindas várzeas Onde nasci, à calada da Noite , when a Lua passeava no Céu argenteando OS campos, a EA Brisa rugitava soe palmares.
Refresca o vento.
Ó rulo das vagas precipitação. O barco salta sobre como Ondas e desaparece no horizonte. Abre-se, uma imensidade dos Mares; ea borrasca enverga, Como o condor, como foscas asas sobre o abismo.
Deus te leve a salvo, brioso e altivo barco, POR ENTRE COMO vagas Revoltas, e te Poje nalguma enseada amiga. Soprem para ti como brandas auras, e para ti jaspeie um Bonança mares de leite!
Enquanto vogas ASSIM à discrição do vento, airoso barco, volva Areias Brancas como a saudade, Que te Acompanha, mas Localidade: Não se Parte da terra Onde revoa.

_______________

Fonte: ALENCAR, José de. Iracema: Lenda do Ceará. 27 ª ed. Rio de Janeiro, Ediouro, 1995. p. 20.



Voltar ao topo